Num é muito fácil manter elevados os índices de criatividade nos projetos quando a vontade mesmo é de virar hippie e ir morar em São Thomé das Letras.
As vezes a gente dá uma de Maico Jackson e reescreve a canção que já foi gravada antes por qualquer “cantora pouco conhecida” pois enquanto os críticos focam na análise da obra, podemos ir ali tomar um capuccino. Não existe auto-plágio e isso não é exatamente um crime.
É economia mental.
(Tem que sobrar água no cantil motivacional pra evitar a desidratação da performance.)