Eu me meto onde não sou chamada. Participo de todas as entrevistas de emprego da minha empresa e dos processos terceirizados pros quais somos contratados.
Porque eu gosto de conversar. Gosto de conhecer as pessoas e dar minhas opiniões pros Gestores de Talentos e eles entendem este meu apetite. E as vezes eu proponho umas dinâmicas de comportamento pra exigir mais da comunicação das pessoas do que um "sim", "não", "aham".
Vira quase um reality. E eu viro quase a Tila Tequila, aquela animadiEEnha e seletiva moçoila que apresentava um quadro na MTV chamado "shot at love" no qual ela escolhia com quem ficar.
Embora o nível da minha interação seja mais decente, lá pelas tantas até que dá vontade de dizer aos "sobreviventes" das entrevistas: "you still have a shot at love."