A mesma revista que publicou uma matéria totalmente fictícia a meu respeito resolveu se retratar. Ligaram pra minha (des) assistente e pediram um horário comigo.
Fiz uma exigência: só falo da minha vida pessoal, íntima, sexual e familiar.
Minha última experiência de "focar nas maravilhas executivas que tenho pra contar" rendeu vários e-mails de protesto, um contrato quebrado com minha empresa e meus amigos deprimidos com minha suposta postura nazista.
Pois então agora vamos falar dos meus romances secretos, da minha paixão pelo Grêmio e meu hábito doentio de tomar chimarrão nas reuniões de negócios.
O que é um arroto, pra quem já vomitou, não é mesmo?