Na probabilidade de mancar pela milésima vez, eu me mantenho calada.
Mas a secretária da minha analista estava com um brinco diferente, o que me levou a crer que se tratava de algum piercing mais robusto, destes que a gente manda por na orelha quando falta espaço publicitário em outras partes do corpo.
Eu ia puxar um papo meio culturete sobre os adereços mudernos, mas logo ela me contou que foi atingida por um estilhaço de vidro, num assalto, que praticamente arrancou um naco da orelha.
Então... ler Marie Claire sempre me pareceu uma excelente opção de espera.