A imprensa ta dando bastante destaque pra volta circunstancial do Schumacher, suprindo a saída não prevista do Felipinho.
Estas reflexões poéticas-corporativas, se o copo pela metade ta meio cheio ou meio vazio caíram em desuso interno, na minha alma. Perdi de viver grandes momentos, experimentando a retórica emocional ao invés de ir lá tirar os sapatos.
To até meio "enchida" de ouvir as pessoas em volta, vindas de vários lugares do planeta, considerarem se o gesto do piloto foi solidariedade legítima, ou golpe oportunista e financeiro. Não acho que seja tão relevante a conclusão de uma hipótese ou outra.
O fato é um, incontestável. O Schumas saiu de sua aposentadoria pra guiar o desgoverno provisório do guri que ta arrebentado, numa cama de hospital. Louvável.
Se algum colega aposentado quisesse ocupar minha cadeira nas férias, eu acharia legal. Porque eu sempre rodo sem estepe.