Minha amiga passou um nervoso na aquisição do carro novo, e isso me fez pensar nos multiníveis de inteligência e cognição de comunicação nas empresas... o que se fala deve reproduzir a ética do que se escreve contratualmente, não pode haver discrepância, senão se instala uma realidade organizacional paralela.
Ela comprou, baseada no discurso do funcionário, determinado modelo com acabamento específico. No final das contas era diferente, o acabamento, a cor, o discurso e se bobear, até o funcionário.
Verbalmente ela tem razão, mas contratualmente eles estão certos. Mais ou menos assim: vou vender, a partir de semana que vem, um pacote de serviços que incluem 10 sessões de quiropraxia comigo.
Mas no contrato o cliente leva no máximo, um beliscãozinho na bunda.