Precisávamos trocar a posição de um banner de propaganda, aqui na empresa. Apesar de estar em processo de recuperação óssea ( pros que nunca leram, meu joelho passa por constantes retoques de funilaria ), me candidatei pra esta investida divertida de auto-empowerment, ou seja, na minha avaliação, era eu que devia estar pendurada pra ajeitar a posição do banner.
Analisei meu grau de maturidade na organização, avaliando o estágio evolutivo em que se encontra minha gestão, o que me fez deduzir que eu precisava deste exercício em nome do alongamento do corpo e da alma.
O mais interessante foi contar com a ajuda de dois colegas, para me dar suporte ( nada metafórico) e garantir que eu não caísse.
Foi uma possibilidade de avaliação da confiança, de trabalho em equipe e de equilíbrio. Ao menor movimento impreciso, iríamos os três à lona, certamente.