Ganhei do amigo Vavá* (queridão!) um texto maneiro, escrito pelo Max Gehringer, aquele consultor que as vezes aparece no domingo a noite na sua casa e na minha. O tema era o funcionário hands on, conhece? O popular indivíduo “mão na massa”, prontamente disposto a apagar incêndios na empresa.
Eu definitivamente não sou hands on. Parte se deve ao fato de que, faltariam “hands” pra tantos “on” no meu dia.
Outra parte, pq eu sou hands free por natureza, igual tecnologia bluetooth.
Dispensa o uso das mãos, mas não do cérebro.
:)