O marido de uma amiga, que é executivo, participou hoje de uma corrida de revezamento.
Acho uma gracinha, eles são super companheiros, e tenho certeza de que ela estava lá torcendo por ele, pessoa a quem ela super-admira.
Quando eu soube desta prova que ele iria realizar, imediatamente pensei nas minhas posturas no comando de tarefas. Em muitos momentos, tenho a impressão de que eu "corro" melhor que minha equipe, e inconscientemente, reluto em "passar o bastão" ou, se o faço, fica lá dentro de mim uma pontinha de contrariedade.
É preciso vencer os próprios limites de resistência, para vencer qualquer corrida. Nem que seja por milésimos de segundo.