Fui chegando com minha trupe e todos os apetrechos que necessitamos pra delicadíssima operação de contratar "gentes" pro meu maior cliente.
Preciso de um substituto ocupando o posto de uma funcionária ( bem antiga) que sairá em licença-maternidade ( e mais alguns profissionais específicos, pra setores técnicos ). Será uma vaga temporária, e a grande dificuldade é deixar esta pessoa substituta envolvida na mesma intensidade em que estarão os contratados " definitivos".
E o maior de todos os quebra-cucas: trabalhar a postura de pertencimento da futura mamãe com seu cargo. " A mesa é minha, a cadeira é minha, o computador é meu."
Tentei começar por aí... explicando que sua barrigona era um estado transitório. Mas a maternidade, o vínculo com o bebê, esse NÃO! E que a licença, também transitória, terminaria, e ela voltaria pro cargo, lugar que ocupa por competência e merecimento, cujo vínculo não se apaga em 4 ou 5 meses.
Por hora, ela teria de me ajudar nesta transição, e contribuir pra que a colega se sentisse segura pra missão tão difícil de " substituí-la à altura!!!!!"