domingo, 31 de maio de 2009

destrava a língua, companheiro

A campanha visual de um cliente, está pautada numa proposta abstracionista.

O empresário curte, acha bacana, pagou-leva-e-eu-não-me-meto.

Contratei um freela pra empreitada. São muitos recursos a serem desenvolvidos, minha equipe não tem tempo hábil.

O estudante que chamei, de Publicidade, falou que gosta de trabalhos abolicionistas. Eu achei que ele tava zoando, mas não.

Como eu não gosto de gente abobricionista, dispensei.