Um estudioso de metaprocessos e PNL sugeriu que eu substituísse paulatinamente a sentença " eu acho que" por " eu penso que" e em outros casos " eu sinto que".
Não vou discorrer sobre o teor de funcionalidade neurológica, cognitiva, performática desta metodologia. Mas, há que se dar o braço a torcer que imprimiu um ar mais poético em situações delicadas.
Aquela colega executiva chega pra reunião com um sapato medonho e uma bolsa sofrível me pergunta o que achei, pois ela está insegura.
Eu de imediato devolvo " eu penso que não está de acordo com seu impecável bom-gosto, motivo de constantes elogios. " Ou então " eu sinto que hoje você não está inspiradíssima como sempre, mas acontece..."
Pronto. Achei uma utilidade.