To fazendo um exercício de auto-controle aqui.
Acabei de levar uma super puxada de tapete de um cliente. Pra ser franca, não é uma questão financeira, meramente. É como se eu tivesse tomado um chifre de namorado (a).
Era um trabalho muito desejado, de envolvimento total.
Penso nas palavras que estão lá na poesia de Any Zero FRAN " já fali por acreditar demais em capital imaginário."
O prejuízo material eu entubo, na boa. Mas to de coração partido.